Escondidos por entre as montanhas
Os vulcões, numa calma aparente
Sob os raios da lua ou do sol ardente
Guardam mistérios em suas entranhas
Correm ocultas em suas profundezas
Um rio de larvas, brasas incandescentes
Que permanecem em ebulição constante
Nos enganando com uma falsa frieza...
Tem gente que trás no coração um vulcão
Mas sufoca o sentimento no peito
E não deixa transparecer a emoção
Falam ao ente amado friamente
Sem deixar perceber que dentro de si
Uma paixão o consome intensamente!
Nádia Santos
São Luis - MA
26/12/11
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