Livre! No céu azul infinito
Voa o pássaro na imensidão
Sentindo a liberdade dada por Deus
Entoando, feliz sua linda canção...
Mas de repente, do seu mundo é arrancado
De maneira impiedosa, fria, brutalmente
Sua morada, antes às árvores, agora é uma gaiola
Que o homem ostenta orgulhosamente
Preso naquele espaço mínimo
Sem ter o infinito para voar
Canta sua tristeza, para seu algoz se alegrar
Engaiolado, o seu canto agora é pranto
Aquele espaço pequeno, é agora sua realidade
Pois um egoísta, o privou de sua liberdade...
Nádia Santos
São Luis-MA
05/03/12

PARABÉNS! POEMA MUITO BOM.
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