terça-feira, 25 de outubro de 2016

Essa saudade...


Muitas vezes à tardinha
Na hora que o sol adormece
Em minha mente lentamente
Vem sua imagem e me aquece...

Tento ouvir o silêncio da natureza
Vejo pássaros ao ninho voltando
Quando uma voz doce e delicada
Diz: cuidado... que estás amando!

Uma coruja o céu cinzento cruzou
A voz doce de repente se calou
E vi, enfim, a lua linda a brilhar...

Somente a voz da brisa ouvi
Desejei nessa hora está perto de ti
Pra essa saudade, enfim, terminar...

Nádia Santos
24/10/16

7 comentários:

  1. Belo soneto, Nádia. Um abraço daqui do sul do Brasil. Tenhas uma boa noite.

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  2. Oi Nádia,
    Lindo soneto, meio tristinho.
    Na vida tudo tem a hora certa, sem pressa.
    Saudades
    Beijos Lua Singular

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  3. Como sempre, fabuloso.
    Beijos

    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

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  4. Uma bela poesia, cheia de saudade.
    Élys.

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  5. Muitas vezes, à tardinha,
    Ao Sol se por no horizonte
    Vejo teu vulto defronte
    Da fantasia tão minha.

    E o Sol já por trás do monte
    Traz-me tu, vindo sozinha
    Na direção que se alinha
    A mim, cruzando uma ponte.

    Ponte da imaginação
    Que faz o meu coração
    Ter o sonho ser real.

    E eu não o digo que não
    Encerro-me na escuridão
    Da sombra e da luz final.

    Grande abraço. Laerte (Silo).



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