quarta-feira, 8 de abril de 2015

Ah tempo, tempo...

Parece que vejo sua fisionomia...
Tirana e cruel, desdenhando-me.
Das minhas aflições, de minha pressa
Com uma expressão tão fria...

Ah tempo, tempo não faz assim!
Será que não vês minha angústia?
Apressa-te e ajuda-me, por favor,
Tira-me dessa agonia sem fim...

Desejava sentir sua sensibilidade
De perceberes que tudo que preciso
É ter comigo finalmente o meu amor
Embriagando-me de felicidade!

Nádia Santos
06/04/15

7 comentários:

  1. Bom dia Nádia,. sempre com maravilhosas inspirações.
    Adorei o poema!

    Beijinhos e um dia feliz

    Coisas de Uma Vida 172

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  2. me ajuda ai tb tempo, que to ficando tristinha...

    bjokas =)

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  3. Oi Nádia,
    Que linda poesia chorosa.
    Dê tempo ao tempo, pois o amor não tem dia e nem hora para chegar.
    Demorei, pois não estava na cidade.
    Beijos

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  4. Nádia , o tempo , com certeza , ouvirá seus apelos .
    Sempre belos poemas os seus , amiga .
    Beijos e bom final de semana

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  5. Nádia , o tempo , com certeza , ouvirá seus apelos .
    Sempre belos poemas os seus , amiga .
    Beijos e bom final de semana

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  6. Disseram.me ainda recentemente...nem tudo o que quero é possível e nem tudo o que desejo acontece...mistérios de ser humano...desejar...querer...

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  7. Palavras lindas formas quadras maravilhosas, parecendo serem gritos saidos da alma de uma enorme poetisa. Lindos versos

    ......................
    Feliz Domingo
    http://deliriosamoresexo.blogspot.pt/

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