sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Brilho cortante

Na escuridão que me abraça
na madrugada, por vezes sinto
um brilho cortante a me tocar
a pele... Penso ser o teu olhar
penetrante a me devorar qual
um punhal rasgando a carne...

Nádia Santos
26/02/15

6 comentários:

  1. O som do silêncio por vezes pode cortar, mas também nos pode embalar numa melodia intrínseca. AbraçO

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Oi Nádia, errei tudo.
    Deixe essa tristeza morar no seu coração num infortúnio familiar, pois ninguém fora ela merece sua desilusão e sim seu repúdio.
    Beijos
    Lua Singular

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  4. Profundo... e bem bonito. adorei

    Bom fim de semana
    Beijos

    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

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  5. A distância do ser amado , fere como navalha...
    Nádia, beijo!

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  6. E as vezes o punhal nem é de prata amiga,
    mas corta e se cobre no vermelho escuro da solidão.

    Bem inspirada Nadia.
    Bom te ler amiga.
    Beijo e tudo de bom.

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