quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Soneto da Ilusão

Quantas vezes me enganei
Também me deixei enganar
Quando meu amor dediquei
Sabendo que deveria evitar...

Mas ficava ingênua a sonhar
Sem querer encarar a verdade
Ficando o coração a palpitar
Vivendo uma  falsa realidade

Insistia em não ouvir a mente
Que tentava dizer tudo que sente
Para evitar sofrer meu coração...

Mas tão cega e tão apaixonada
Deixava-me feliz ser enganada
Até descobrir que foi tudo ilusão.

Nádia Santos



22 comentários:

  1. Oi Nádia!
    É muito profundo o lamento em seus versos.
    Li e reli e é muito bom!
    Foi um presente ter vindo até aqui.
    Abraços!

    vitornani.blogspot.com

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    1. Obg pela e pelo comentário Vitor, volte sempre. Bjusss

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  2. Pois, amiga!
    às vezes caímos na realidade!
    Saudações poéticas!

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    1. Certamente que sim... Obg Vieira um abraço.

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  3. Pois.. Uma verdadeira realidade de ilusão.
    Acontece a muita gente.

    Beijos´
    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

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    1. E por isso fiz o soneto... Bjuss querida Cidália

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  4. Muito triste...mas tão bonito

    Deixo um beijo

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  5. Bom dia, Nádia.
    Acho que as desilusões tem um papel fundamental na vida da gente: abrir nossos olhos e nos ajudar a focar na verdade.
    Bela poesia.

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    1. Verdade que muitas vezes não queremos enxergar... mas que um dia teremos que enfrentar. Bjusss Ana e obg

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  6. Fica difícil ser racional, quando o coração impõe a sua vontade!

    Beijo grande

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    1. E ele é geralmente rebelde Nikita... Obg querida e volte mais vezes.

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  7. Muitas vezes nos iludimos,mas é assim mesmo,depois voltamos para a realidade.
    bjs amiga Nádia
    Carmen Lúcia.

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    1. As vezes, por carência, é cômodp nos fingirmos de cegos... Bjus Carmem.

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  8. Cada desilusão um aprendizado amargo mas valioso.

    bjokas =)

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    1. É sim Bell, pena que nunca aprendemos direitinho e temos recaídas... Xeroooo

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  9. Respostas
    1. É terrível quando o véu cai de nossos olhos...
      Xero Dália

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  10. As palavras são confusas, difusas, sem sentido em todo o seu sentido. Hoje queremos, amanhã não, depois queremos de novo, a seguir já não sabemos. É assim a própria vida, natural, que nos corre nas veias, mas nada é acaso. Bjs e parabéns.

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    1. No fundo, somos inconstantes... Bjuss Carlos

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