domingo, 13 de abril de 2014

Abraço-me ao tempo...


Numa espera angustiante mais ao mesmo tempo alegre
Por saber que virás meu corpo num silêncio gritante,
Com o sangue a ferver nas veias, com minhas mãos
Por vezes nervosas, sentindo falta dos passeios ardentes
Que fazem no teu corpo... contam as horas!
Abraço-me ao tempo suplicando que adiante
Os ponteiros dos relógios, para te encontrar meu amor!
Espero-te minha paixão para matar essa saudade
De tua boca em minha pele, de tua língua desenvolta
E tão ardente, acariciando meu corpo que deseja
Loucamente, intensamente se enroscar no teu...
Esquecidos de tudo, ouvindo a melodia que nosso amor
Produz, com nossos ais, nossos sussurros, nossos gemidos
E com o perfume exalado desse amor que nos seduz!
Vem meu amor... Que essa paixão, esse desejo que 
Toma conta de nós, aguardam o momento de morrer...
Tu em mim, eu em ti ardentes... Para depois renascermos 
Revigorados e alimentarmos, mais uma vez, esse 
Sentimento que nos devora loucamente.

Nádia Santos
12/04/14

10 comentários:

  1. Huum!Sentimento de saudade... sempre um desejo, uma possibilidade de poetizar...
    Belos versos.
    Abraços

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    1. A saudade para quem ama, sempre é fonte de inspiração. Obg Socorro, bj.

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  2. Bom dia Nádia

    Como sempre, és maravilhosa nas tuas escritas. Amei.

    Tem uma boa semana.

    beijos´

    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

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  3. O amor verdadeiro, dicará sempre inacabado. A sensualidade fica sempre como um vírus que teima em devorar a alma.
    Beijos

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    1. Linda palavras Daniel, concordo. Um bj poeta.

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  4. Boa tarde Nádia.. não tem fim este transbordo e sentimentos que afloram de vc.. continue assim, cheia de sentimentos verdadeiros, de paixões ardendo dentro de ti beijos poetisa

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  5. Pois é Samuel.... e enquanto transborda, vou transformando em versos. Um bj querido.

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