quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Não vejo os astros...

De repente ficou meu céu acinzentado
O dourado que me aquece desapareceu
Assim como de meu corpo amordaçado
A alegria que dante existia, se escondeu

Por que se escondeu de mim o pôr do sol?
Roubando dos meus olhos doce encanto...
O céu desbotou, não avermelhou o arrebol
Há silêncio, não escuto pássaro nem canto

Até a lua se foi me tirando toda a acalma
Deixando às escuras as praias de minh'alma
Não balançam meus cabelos, não há vento...

Cortaram-me as asas... ando de rastros
E prostrada no chão, não vejo os astros
Não sei até quando durará esse tormento...

Nádia Santos
05/02/14


4 comentários:

  1. Oi Nádia
    Muito linda sua triste poesia, não devemos perder as esperanças.
    Um beijo
    Lua Singular

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  2. Passei para te desejar: Paz e Saúde.
    Um abraço, do tamanho do BRAZIL.

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  3. Boa tarde Nádia

    Maravilhoso... Gostei!

    Beijos

    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

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  4. Nádia , querida . Adorei seu poema . O bom de tudo é que o desânimo não é eterno , concorda ? Beijos , amiga

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