sábado, 11 de janeiro de 2014

Loucura sem fim

Como são longas, agora,
Às noites onde perco-me
Em meus devaneios
Consumida pela ânsia
De tanto querer-te...
De a ti entregar-me...
Sentindo em meu corpo
Um mar de desejos
Que vêem como ondas...
E sentindo que vem
Também de ti, meu amor...
E madrugada a fora
Vou seguindo os contornos 
Do meu corpo ansioso,
Como se fossem estradas
Que me levam a ti...
Enquanto sinto-te
Dentro de mim,
Mergulhada nessa
Loucura sem fim...
Amando-te,
Querendo-te...
Ardentemente!

- Por quê demoras tanto?

Nádia Santos
11/01/14

8 comentários:

  1. Na ânsia sente-se sempre a demora, O poema envolve todos os domínios da vida, nos fazendo entender que esta é amor.
    Beijos

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  2. Oi Nádia
    Calma, tudo tem a hora certa...
    Será feliz, com certeza
    Beijos
    Lua Singular

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  3. Boa noite Nádia

    Calma.. ele vai chegar.. loooool tu mereces... Gostei muito!

    beijos

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  4. Poema lírico e caliente!
    Um abração. Tenhas um final de semana abençoado.

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  5. A paixão pede urgência... as nossas estradas sempre nos levam àqueles que nos despertam para a vida. Um abraço!

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  6. OI NÁDIA!
    EM TEU SONETO, A URGÊNCIA DE QUEM AMA...
    LINDO AMIGA.
    ABRÇS
    http://zilanicelia.blogspot.com.br/

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  7. SOU DO BLOG FOLHAS DE OUTONO !

    Agradecendo sua passagem no Espelhando, deixo aqui meu agradecimento sempre...Te comentei lá tbm.
    Nesta loucura sem fim, o mar de desejos predomina.
    Bjs de dia de domingo !

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  8. Depois da tempestade, eis a bonança.
    Deixemos a jangada do amor, tomar o seu percurso natural.

    JINHO

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