domingo, 9 de junho de 2013

Ondas de desejos

Navegando num vai e vem
Livre, solto e sem destino
Deseja meu corpo a alguém
Está preso, cometendo desatino!

Em delírios ardentes navegando
Em incontidos gemidos e ais
Corpos aflitos se devorando
Em ondas de desejos carnais

Sem desejar um porto seguro
E querendo outro corpo maduro
Para feliz e morrer afogada...

Neste (a)mar permanecer perdida
Morrendo nele para encontrar a vida
Renascendo plena e revigorada!

Nádia Santos
09/06/12



4 comentários:

  1. Nádia Lindo poema apesar de eu o achar um pouco triste adorei,
    Beijos
    Santa Cruz

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  2. Oi Nádia
    Lindo e muito triste poema
    Eu jamais morreria por um amor
    Beijos
    Amanhã começo a ler seus contos, um pouquinho por vez.
    Lua Singular

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    Respostas
    1. Dorli querida, quando digo morrer, refiro-me ao momento do êxtase pleno de uma entrega entre dois amantes apaixonados (ou não)... entendeu?kkkkk... Amor pra mim é sinônimo de vida e não de morte. Bjus

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  3. Morrer aqui é o momento de entrega total, de dois corpos em sua plenitude sentirem o mesmo prazer.

    Lindo demais e sensualíssimo,Nádia!


    Beijos e ótimo domingo e semana

    Donetzka

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