terça-feira, 14 de maio de 2013

Confessa-me

Confessa-me, que nas madrugadas 
Frias, na imensidão de tua cama 
Teu corpo arde como brasa 
Ouvindo minha voz que te chama... 
Confessa-me, que tuas mãos nervosas, 
Agitadas desejam desesperadamente 
Tocar minha pele macia e cheirosa 
E que essa tortura causa-te agonia... 
Confessa-me, que tua boca está
Sedenta da minha e que sonha
Em beber meus beijos 
Com nossas línguas roçando, 
Ardentes e cheias de desejos... 
Confessa-me que essa volúpia 
Deixa-te insone e um desejo alucinado 
Teu ser todo consome 
Que minha imagem está presa 
No teu olhar, no teu pensamento 
E que só passará essa aflição ardente 
Quando teu corpo sobre o meu deitar 
Extravasando essa paixão fremente...
Confessa-me!
- Pois prisioneira também sou 
desse querer... confesso!


Nádia Santos 
Recife – PE 
14/05/13


11 comentários:

  1. Oi Nádia,
    Quantas confissões não são feitas assim...
    Beijos

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    Respostas
    1. Com certeza Nina. Obrigada por sua visita, bjus.

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  2. Há confissões que se fazem em silêncio e sentimentos que se desvendam na solidão...
    Muito belo, Nádia!


    => Crazy 40 Blog
    => MeNiNoSeMJuIz®
    => Pense fora da caixa

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  3. Hello friends, I am here for you,
    This looks like a very interesting and good artikelyang
    glad to see and read here
    thanks for sharing

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  4. há confissões que nunca se dizem.
    ficam connosco.
    beijos

    :)

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  5. Confesiones que se hacen de rogar y que son cálidas como el Fuego...Precioso.
    Abraços e beijos.

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  6. Olá Nádia!
    Olha eu confesso que fiquei prisioneira tanto do poema como de todo o blog de tal maneira que te fiquei a seguir!!!!
    Amei do fundo do coração!!!
    beijo
    anacosta

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  7. Nadia, eis um poema tesudo.
    Tenhas um bom dia.

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