quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Quando chega a tempestade

De repente surgiu um vento frio
Gelando inteiramente sua alma
Como um triste aviso sombrio
Percorreu pelo corpo um arrepio
E sentiu indo embora a calma...

Sentiu fugir sua tranquilidade
E envolver-lhe uma nuvem escura
Vendo ir embora sua felicidade
Perdida ela ficou na tempestade
Tendo abalada sua estrutura

Num redemoinho de sentimentos
Num misto de surpresa e desilusão
Viu seus sonhos levados pelo vento
Um pavor tomou-lhe nesse momento
Mergulhou em incerteza seu coração
Nádia Santos
27/02/13

7 comentários:

  1. A alma pressente a tempestade, ainda que o sol esteja a brilhar. Bjs.

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  2. inquietudes da alma

    tempestades anunciadas

    beijo

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  3. Oi, querida
    Um sentimento triste a tempestade levar num redemoinho seus sonhos, mas com certeza novos sonhos surgirão.
    Beijos
    Lua Singular

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  4. Minha querida amiga,
    Os preparativos para o lançamento do meu livro me deram uma trégua e estou aproveitando para passar por aqui e deixar um beijinho!
    Martha

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  5. Seu nome já está na lateral do blog, já estas participando ...

    Abraços
    Thiago

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  6. Boa tarde amiga Nádia, felizmente depois da tempestade, surge o maravilhoso calor do sol...ou o intenso brilho da lua, assim como as tristezas e decepções são passageiras, momentos felizes surgirão, com certeza. É um lindo poema. bjnhos.

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  7. Quando chega a tempestade a gente tem medo até do tempo, a gente se esconde e até chora. Um tremor nos invade até a alma, mas... VIVA, LÁ VEM O SOL OUTRA VEZ...BRILHANDO COMO NUNCA. Belo texto poeta. Parabéns e um beijo

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