quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Teu silêncio


Repentinamente me fugiu a alegria
Minha boca, coitada, se calou...
Diante do teu silêncio, tua frieza
Meus olhos viram fugir a certeza
E uma lágrima meus lábios molhou...


Sinto-me perdida, entre bruma
Olhos embaçados, corpo demente
Na boca um travo, um amargor
Nos olhos molhados um forte ardor
Pelo pranto que quer brotar insistente


Porém depressa ficarei extasiada
Quando ver pousados sobre mim
Teus lindos olhos a me iluminar
Logo irá minha alma se elevar
E todos os temores terão fim




Nádia Santos
São Luis-MA
03/11/12

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