sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Teu corpo, meu mar...





Este rio de sentimentos
Que tenho dentro de mim
Tem nascente pura e cristalina...
Vai crescendo, criando força,
Intensidade e desenvoltura...
É corajoso, não se intimida
E os obstáculos ele desafia...
Mas de repente, pode ficar revolto...
Cria ondas e leva tudo que atrapalha
Sua linda caminhada... É passageiro...
Logo volta a calma...
E segue admirando a vida.
A beleza do sol, o encanto das flores...
O vento... o canto dos pássaros...
Porém é da noite que ele gosta e se extasia...
Se tornando um rio de larva incandescente!
Diante dela... A lua prateada...
E do seu clarão refletido em suas águas,  
(meu corpo), com sua imagem flutuando sobre ele.
Ah meu rio chegará ao seu destino!
Não haverá dor... não haverá preocupação
Pois meu rio desaguará 
No teu corpo, de homem maduro,
Fonte dos meus prazeres e...
Dos meus mais loucos pecados...
Teu corpo, meu mar...
Onde meu corpo morre afogado...


Nádia Santos
São Luis-MA
09/11/12



Um comentário:

  1. NÁDIA,

    sua competência poética é revoltante e minha explícita inveja solta das órbitas dos meus olhos e se esborracham no chão,então fico mais cego ainda de admiração por você.

    Este pacote de revolta e inveja, se fortalece ainda mais, quando eu penso que jamais ninguém irá escrever uma peça poetica destas para mim.

    Eu simples mortal e escrivinhador de textos chulos de humor duvidoso, nos meus blogs de categoria menor!

    E me pergunto: O que esse cara maduro tem que eu não tenho?

    Nem precisa responder NÁDIA, pois, afinal, uma humilhação já é sufiente para várias noites insones.

    Se você acrescentar mais alguma coisa, passarei o resto da vida sem dormir.kkkkk

    Um abração carioca para você e este felizardo e comunique-me quando esta torrencial chuva afetiva de verão , passar!

    Sou brasileiro, NÁDIA, não desisto nunca!kk


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