segunda-feira, 30 de julho de 2012

A noite


Essa noite meu coração silenciou
E de tanta tristeza, quase parou...
O sangue quente que por ele corria
Por um instante gelou, de agonia...

A noite clara em trevas se transformou
A lua, misteriosamente, do céu desabou
Um frio persistente gelou-me a alma
O coração em aflição perdeu a calma...

Noite cruel, de insônia e de tristeza
Onde vi desaparecer minhas certezas
E um a um, dos meus lindos sonhos...

Pálpebras roxas cor violeta, pesadas
Quase pretas pobrezinhas e inchadas
Naquela manhã de despertar tristonho...

Nádia Santos
Recife-PE
21/04/12


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